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Lactovegetarianismo

Friday, June 6th, 2008

O lacto vegetariano é aquele cuja dieta é composta por alimentos de origem vegetal, leite e seus derivados (principalmente o iogurte). Não comem, desta maneira, qualquer tipo de carne.

Segundo o livro “Alimentação vegetariana: chega de abobrinha.”, do mestre DeRose, essa é uma dieta tradicional na Índia:

“Para a prática da ioga, o melhor sistema alimentar é o lacto-vegetarianismo.
É o que vem sendo utilizando tradicionalmente na Índia há milênios.
Mesmo se assim não fosse, tem provado ser o sistema ideal para o SwáSthya Yôga.”

Osteomalacia

Thursday, June 5th, 2008

Amolecimento é o enfraquecimento e desmineralização dos ossos nos adultos devido a uma deficiência em vitamina D (na criança esta situação denomina-se raquitismo).

O crescimento do osso normal requer um aporte adequado de cálcio e fósforo através da alimentação, mas o organismo não consegue absorver estes minerais sem que haja uma quantidade suficiente de vitamina D. O organismo obtém esta vitamina de certos alimentos e da acção da luz solar sobre a pele; a sua carência resulta num amolecimento e enfraquecimento dos ossos, que se tornam assim vulneráveis a distorções e fraturas.

Causas

A osteomalacia é geralmente causada por qualquer dos seguintes factores, isoladamente ou em conjunto: insuficiente aporte de vitamina D na dieta (por falta de manteiga, margarina enriquecida, peixe, ovos, ou óleo de fígado de peixe), exposição ao sol insuficiente ou insuficiente absorção de vitamine D ao nível do intestino, que pode ser devida a uma doença, como a doença celíaca, ou a ressecções cirúrgicas de grande parte do intestino. Entre as causa raras, contam-se a insuficiência renal, a acidose (acidez aumentada dos fluídos orgânicos) e certas doenças metabólicas hereditárias.

A osteomalacia é rara nos países desenvolvidos. As pessoas mais frequentemente afectadas são as que têm habitualmente uma alimentação pobre ou desequilibrada, os idosos limitados à sua casa e as pessoas de cor negra emigradas de países onde beneficiavam mais de sol.

Sintomas e sinais

A osteomalacia causa dores nos ossos (principalmente os do pescoço, pernas, ancas e costelas), fraqueza muscular e, se o teor de cálcio no sangue for muito baixo, tetania (espasmos musculares) nas mãos, pés e garganta. Se os ossos se tornarem muito enfraquecidos, podem fracturar-se mesmo por um traumatismo mínimo.

Diagnóstico e tratamento

A osteomalacia diagnostica-se através dos seus sintomas e sinais e por análises de sangue e de urina e radiografia. Em alguns casos, faz-se uma biopsia (de colheita de uma amostra de osso para análise microscópica).

O tratamento consiste na administração de uma dieta rica em vitamina D e na administração regular de um suplemento da vitamina. Estes suplementos habitualmente tomam-se por ingestão de preparados farmacêuticos; mas se estes não são absorvidos pelo intestino, então administram-se por via parentérica (injecções). Em alguns casos de mal absorção, pode ser necessário administrar suplementos de cálcio.

Dieta Nacional do Japão

Wednesday, June 4th, 2008

Dieta Nacional do Japão (国会 kokkai) ou apenas Dieta, é o nome do órgão do poder legislativo bicameral do Japão, composto de uma câmara alta, a Casa dos Representantes e uma câmara baixa, a Casa dos Conselheiros, localizada na capital, Tóquio. As duas casas tem seus representantes eleitos por um sistema de votação paralela. Além da função constitucional de discussão e aprovação das leis do país, a Dieta também é formalmente responsável pela eleição dos primeiros-ministros japoneses.

O sistema de votos paralelos para as eleições de representantes na Dieta, significa que as cadeiras a serem prenchidas nas duas casas em qualquer eleição, sao divididas em dois grupos, cada um deles eleito por métodos diferentes. A maior diferença entre as duas casas está no tamanho dos dois grupos em como eles são eleitos. Os eleitores também são convocados a dar dois tipos diferentes de votos, um num candidato individual de livre escolha e outro para uma lista partidária pré-estabelecida.

Qualquer cidadão japonês a partir dos vinte anos de idade – a idade da maioridade legal no país – está apto a votar nas eleições.

Inicialmente estabelecida em 1889 como Dieta Imperial, em resultado da adoção da constituição Meiji no país, ela tomou sua forma atual em 1947, com a adoção da constituição pós-II Guerra Mundial e é considerada como o mais alto orgão do poder de estado do Japão.

Nemobiinae

Wednesday, June 4th, 2008

Dentre os Orthoptera que habitam a serapilheira de florestas neotropicais, a subfamília Nemobiinae tem se mostrado como uma das mais abundantes. Habitantes do solo das florestas, os Nemobiinae são grilos pequenos (menores que 1 cm de comprimento, fêmur posterior entre 3 e 5 mm,

Frugivorismo

Tuesday, June 3rd, 2008

Frugivorismo é uma forma mais restrita de dieta vegetariana, em que se ingerem apenas frutas. Como em outras dietas, algumas pessoas se consideram frugívoras mesmo não tendo uma dieta constituída apenas por frutos. As razões para isso podem ser porque ainda estão a caminho da dieta total ou por considerarem que o estágio atingido já é o suficiente. Enquanto a ingestão de frutos de uma pessoa representar a maior parte de sua alimentação, ela pode ser considerada (parcialmente) frugívora.

Definições de fruta

Usualmente, o termo “fruta” se refere apenas àqueles que são doces e, ou suculentos, como maçãs, laranjas e bananas. O conceito botânico, no entanto, inclui alimentos chamados de vegetais como o tomate, o pepino além de nozes e grãos.
Entre frugívoros, existem diferentes definições de fruta.

Formas de frugivorismo

Alguns frugívoros se alimentam apenas de frutas (no sentido usual) que caem ou iriam cair naturalmente da planta, ou seja, alimentos que podem ser colhidos sem danificar a planta.

Outros também se alimentam de grãos e sementes, apesar de alguns praticantes do frugivorismo considerarem inadequados tais hábitos.

Além desses, ainda existem frugívoros que incluem vegetais folhosos e raízes em sua dieta.

Justificativas

Diferentes argumentos são usados para defender o frugivorismo. Alguns acreditam que esta seria a dieta natural da humanidade, tomando como base Adão e Eva em .

Outros julgam inapropriado alimentar-se de outros seres vivos, incluindo plantas. Estes defendem o frugivorismo argumentando que a planta teria evoluído para adquirir frutos e facilitar a dispersão das sementes. Ao ingerir frutos, estariam, portanto, ajudando na preservação das plantas.

Além disso, existem argumentos de que a dieta frugívora seria saudável aos seres humanos, por não possibilitar a ocorrência de doenças associadas à ingestão de carne, como a vaca louca, mal de Parkinson e mal de Alzheimer.

Críticas

Como é comum com outras dietas radicais, diversas críticas são feitas ao frugivorismo. Uma delas diz que sementes eliminadas nas fezes só fecundam em contato com solo adequado. Portanto, seria necessário defecar no meio ambiente, hábito não adotado pela maioria da população mundial.

Argumenta-se também que muitos nutrientes considerados como essenciais a uma dieta saudável, não são encontradas em frutas, ou são insuficientes. Como exemplo, têm-se as proteínas; as gorduras ômega-3 e ômega-6, associadas à memória e desenvolvimento cerebral; além da vitamina B12, necessária para o bom funcionamento do sistema nervoso, cuja única fonte não animal é a levedura.

Além disso, na dieta frugívora, é comum a rejeição a frutas amassadas ou danificadas por insetos, apesar de não representarem um risco para a saúde. Dessa forma, haveria uma contribuição para maior má utilização e desperdício de alimentos.

Cultura da Mongólia

Monday, June 2nd, 2008

A cultura da Mongólia é bastante homogénea, havendo poucas diferenças no seio da população.

A Mongólia tem o seu próprio grupo étnico, que compreende 85% da população do país, a língua oficial o calca-mongol é falada por 90% das pessoas e 96% da população é budista.

A população da Mongólia ronda os 2,6 milhões de pessoas, 65% dos quais entre os 16 e os 64 anos de idade, apenas 4% da população acima dos 64. O vírus da SIDA não tem uma presença significativa, com apenas 100 pessoas contaminadas em todo o país.

Cada mulher tem 2 a 3 filhos, havendo uma com uma taxa de mortalidade infantil de 6%, a população tem crescido mas tem uma baixa esperança média de vida, apenas 63 anos.

A principal festividade é o Dia da Revolução, conhecido como Naadam, que celebra a data da independência da Mongólia da China, a 11 de Julho. Não se considerando o facto de a Mongólia ter passado a ser parte da União Soviética.

A dieta da população depende da região do país considerada e consiste sobretudo em carne, sendo os vegetais uma novidade na dieta mongol. No sul, consome-se cordeiro e muitos produtos derivados do camelo. Nas montanhas, o bife é muito mais comum. Na capital, Ulaanbaatar, existe uma vasta variedade de comida disponível, a maior parte desta importada.

A manteiga de leite de Iaque é bastante importante para os mongóis, quer como combustível para as lâmpadas, quer como alimento. No passado, como era praticamente a única fonte de combustível, as escolas eram por vezes obrigadas a optar entre ter comida para os trabalhadores e alunos, ou iluminação para se poder ler e estudar.

Acima de tudo, não há figura mais venerada na cultura popular mongol do que Genghis Khan, o fundador do Império Mongol no século XIII. Seu local de nascimento, seus possíveis locais de sepultamento, supostas relíquias pertencentes ao antigo conquistador mongol são celebrados em procissões e feriados nacionais e considerados sagrados - num ponto onde cultura e religião começam a se fundir.

Revista Ragga

Saturday, May 31st, 2008

A REVISTA RAGGA é um veículo de comunicação direcionado para o público de espírito jovem e aventureiro, que tem como expressão de sua liberdade, a prática ou admiração por esportes radicais e seu estilo de vida.

A RAGGA vem como um instrumento integrador entre atletas, consumidores, federações, eventos, marcas, produtos e empresas que se identificam e proporcionam um estilo de vida Ragga, tendo uma cobertura de informação de todas as regiões do Brasil e do Mundo.

O público que lê a REVISTA RAGGA pode ser segmentado em três grupos: 1º grupo

Jovens e adolescentes de 14 a 20 anos, que formam uma tribo urbana de estilo de vida esportista e saudável, de classe A e B, que possuem renda para adquirir produtos elitizados e exclusivos. São movidos pela associação a aceitação do grupo, e orientados pela moda e tendência deste mercado específico. Visualização: para esta faixa etária, a visualização de 1 revista é para 8 leitores, eles divulgam e mostram novidades um para o outro do grupo.

2º Grupo

Adultos de 21 a 29 anos, normalmente atletas ativos ou casuais, que têm o estilo de vida e hábitos de consumo, orientados pela transmissão de uma imagem saudável e moderna. São estudantes e profissionais, de classe A e B, sem filhos, com renda exclusiva para consumo de bem estar e estilo de vida. Visualização: para esta faixa etária, a visualização de 1 revista é para 5 leitores, eles divulgam e mostram novidades para os companheiros.

3º Grupo

Adultos acima de 30 anos, normalmente atletas profissionais e profissionais atletas, que criaram e vivem os estilos de vida esportista e livre. Sua renda, já estabelecida de classe A e B, consomem produtos e serviços orientados ao seu estilo de vida de liberdade e descontração em momentos de lazer e diversão. Visualização: para esta faixa etária, a visualização de 1 revista é para 3 leitores, eles divulgam e mostram novidades para um ou outro amigo.

DISTRIBUIÇAO

A REVISTA RAGGA circula através da distribuição gratuita para um mailing altamente selecionado de aproximadamente 1.000 pessoas. Composto por homens e mulheres pertencentes às classes A1, A2, B1 e B2.

Além do mailing a revista é distribuída gratuitamente em pontos estratégicos de Belo Horizonte e interior de Minas Gerais, selecionados de acordo com o segmento e qualificação do público freqüentador.

Alem de Belo Horizonte é distribuida nas cidades a seguir:

Betim Contagem Conselheiro Lafaiete Sete Lagoas Divinópolis Ouro Preto Ipatinga Governador Valadares Bom Despacho Uberaba Uberlândia Juiz de Fora

Mark Hughes

Friday, May 30th, 2008

Mark Hughes (1º de janeiro de 1956 — 21 de maio de 2000) foi empresário dos Estados Unidos da América, fundador da Herbalife.

Na adolescência, Mark vivenciou a dependência química de sua mãe com remédios para emagrecer, até à morte prematura dela, aos 36 anos de idade, devido a série de dietas. Por essa razão, Mark dedicou a sua carreira a ajudar pessoas com problemas de peso, através de uma nutrição saudável. Para esse fim, começou a trabalhar em duas empresas de venda de produtos nutricionais, através de uma rede de distribuidores independentes. Por sua determinação e comprometimento, galgou a posição de Distribuidor Top. As empresas, entretanto, vieram a encerrar as suas atividades, entre outras razões por deixarem de honrar os seus compromissos para com os distribuidores.

Nessa fase, Mark conheceu o Dr. Bruce Halsted, um médico especialista em tratamento de câncer, com quem conversou acerca de seu interesse em redução segura de peso por meio de uma nutrição saudável. O Dr. Halsted convidou Mark para participar de um simpósio acerca de ervas chinesas. Com base nas explicações dos especialistas acerca da milenar utilização de plantas para a melhoria da saúde e do bem-estar geral das pessoas, Mark viajou para a China, buscando aperfeiçoar esses conhecimentos. Ali adquiriu certeza de que uma combinação de conhecimentos da medicina tradicional chinesa com a tecnologia industrial de ponta, poderia resultar em produtos nutricionais inovadores, que trariam benefícios e qualidade de vida para aqueles que desejavam perder peso.

Ao retornar, após um período de pesquisas e desenvolvimento, lançou em Los Angeles, em 1980, o Programa Original para Controle de Peso Herbalife. O programa era baseado em um produto em pó, o qual transportava na mala do seu carro e vendia a todos os interessados, com o lema: “Quer perder peso? Pergunte-me como!“.

O conceito inovador que formulou tornou-se a base de uma empresa de porte internacional, que comercializa uma larga linha de produtos nutricionais, de controle de peso e de cuidados pessoais.

Morreu em maio de 2000 aos 44 anos de idade, de apnéia noturna.

Seis anos após a sua morte, a companhia gera rendimentos anuais na ordem de USD 3.1 bilhões e prevê-se que, no ano de 2009, a companhia alcançará o faturamento anual de USD 5 bilhões, conforme previu Mark.

Székesfehérvár

Thursday, May 29th, 2008

Székesfehérvár (Alba Regia em latim) é uma cidade e um condado urbano (megyei jogú város em húngaro) da Hungria central, a cerca de 65 km a sudoeste de Budapeste. Székesfehérvár é a capital do condado de Fejér e da região da Transdanúbia Central.

Durante a Idade Média, a cidade era uma residência real e, portanto, uma das mais importantes da Hungria. Nela coroaram-se 37 *reis e 39 rainhas consortes, sepultaram-se 15 soberanos, reunia-se a Dieta e guardavam-se as jóias da coroa.

O nome húngaro significa Castelo (vár) Branco (fehér) da Sede/Cadeira (szék).

Vegetarianismo

Tuesday, May 27th, 2008

Vegetarianismo é um regime alimentar baseado fundamentalmente em alimentos de origem vegetal. Os vegetarianos excluem da sua dieta carne, bem como alimentos derivados (ex., gelatina feita com base em ossos animais). Os ovolactovegetarianos consomem também ovos e leite, e os lacto-vegetarianos leite e lacticínios.

Os vegetarianos estritos excluem da sua alimentação todo e qualquer alimento de origem animal, ou com ingredientes de origem animal. Os veganos excluem todos os produtos de origem animal não só da sua dieta como de tudo o que consomem, incluindo cosméticos, vestuário e calçado, entre outros produtos.

O nome vegetariano não origina da base da alimentação vegetal mas da expressão latina “vegetus”, que significa “forte”, “vigoroso”, “saudável”.

A União Vegetariana Internacional define vegetarianismo como “a prática de não comer carne, aves, peixes ou seus subprodutos, com ou sem uso de laticínios e ovos.” [1]

Razões para uma dieta vegetariana

Há diversas razões que levam uma pessoa a adoptar uma dieta vegetariana, designadamente as seguintes: de saúde, ecológicas, éticas, econômicas e religiosas.

Razões de Saúde

Por aconselhamento médico ou por auto-iniciativa, esta é uma motivação para muitas pessoas seguirem um regime vegetariano.
Uma dieta vegetariana equilibrada é geralmente eficaz em equilibrar os níveis de colesterol, reduzir o risco de doenças cardio-vasculares e também evitar alguns tipos de cancro (Câncer), entre outras razões [2], [3], [4].
Outro aspecto relevante prende-se com a qualidade dos produtos animais que chegam ao mercado. Os animais criados para consumo humano são alimentados com uma quantidade significativa de hormonas de crescimento e antibióticos para resistirem às doenças, sendo a carne que chega à mesa, muitas vezes, de má qualidade. Por outro lado, a poluição dos mares e rios torna o peixe igualmente inseguro.
Um terceiro ponto, nas razões de saúde, são as recorrentes crises da indústria alimentar, como a das vacas loucas ou a da gripe aviária, que levam muitas pessoas a adoptar uma dieta diferente.

Razões ecológicas

A motivação aqui é racionalizar a utilização dos recursos naturais para a obtenção de alimentos. Um vegetariano reduz um elo da cadeia alimentar, tornando-a mais eficiente e, consequentemente, reduzindo o impacto ambiental da sua alimentação.
Para produzir carne é necessário cultivar plantas, que alimentam o gado, que por sua vez irá alimentar o Homem. Durante o passo de alimentação do gado foram gastos recursos como a água, energia e tempo, que poderiam ter sido poupados se o Homem consumisse directamente os vegetais.
Exemplo: Para produzir 1 kg de carne bovina são gastos aproximadamente 15 mil litros de água (incluindo a rega das plantas, a higiene do animal, etc); para produzir 1kg de soja são gastos menos de 1300 litros de água, cerca de 10%. A economia de água é, portanto, superior a 90%, sem que o bife traga necessariamente um valor acrescentado significativo relativamente ao cereal.

Razões éticas

Muitos vegetarianos não concebem o homem como superior ao animal, do ponto de vista do direito à vida. Ou seja, não é justo tirar a vida a um animal para alimentar uma pessoa, especialmente quando a vida dessa pessoa não depende da vida do animal. Portanto, devem co-existir os dois.
Outro aspecto prende-se com a forma como os animais são tratados. Os animais produzidos pela indústria agro-pecuária moderna são confinados em pequenos espaços, alimentados de forma artificial e tratados por vezes de forma brutal durante o transporte ou antes do abate.

Razões econômicas

A base alimentar do vegetarianismo consiste em alimentos de um nível inferior da cadeia alimentar, os legumes, frutos e grãos, mais baratos do que a carne ou o peixe, quando de qualidades comparáveis.
Os alimentos vegetarianos processados, como o tofu ou o seitan são muitas vezes produzidos pelos próprios consumidores em casa.
As razões econômicas não costumam, isoladamente, motivar uma pessoa a adaptar a dieta vegetariana, mas contribui muitas vezes, a par de outras motivações, para a mudança de regime alimentar, ou a sua manutenção.

Razões espirituais

As motivações religiosas são, muitas vezes, revestidas de grande complexidade. Budistas, Hindus e Adventistas do Sétimo Dia são tipicamente conotados com o vegetarianismo, mas as motivações não são necessariamente imposições religiosas (isto é, comer carne não é necessariamente visto como um pecado, por exemplo). Muitos Budistas preferem a dieta vegetariana porque defendem a não-violência, o que é, portanto, uma motivação ética. Muitos Adventistas escolhem e aconselham a dieta vegetariana porque a vêem como mais saudável e, portanto, vantajosa para o corpo terreno - o que é, consequentemente, uma motivação de saúde.

Dieta de Hay

Saturday, May 24th, 2008

Dieta de Hay é uma dieta criada por um médico norte-americano, William Howard Hay (1866-1940). Ele criou a dieta com o objetivo de combater as pertubações digestivas. A principal recomendação era que evitasse comer hidratos de carbono (amidos e açúcares), proteínas e frutos ácidos na mesma refeição. Hay mostrou que as proteínas estimulam a produção de ácido no estômago e que o ácido em excesso dificulta a digestão dos hidratos de carbono.

Muitos alimentos contêm proteínas e carboidratos, mas praticamente todos tem umas ou outros em uma porcentagem 20% superior. As exceções são as ervilhas, feijões, lentilhas e amendoins, que foram excluídos por Hay de sua dieta. Os modernos defensores do vegetarianismo, no entanto, voltaram a incluir esses alimentos como fontes de proteínas.

Os alimentos que Hay selecionou para uma refeição com dose suficiente de proteína incluem carne, aves, caça, peixe (incluindo mariscos), ovos, queijo, iogurte, leite e frutas ácidas, como maçãs, damascos (frescos ou secos), groselhas, laranjas, peras e ameixas. O grupo de hidratos de carbono inclui pão (integral), farinha, arroz, frutas doces, como bananas maduras, tâmaras, figos, passas, batatas e alcachofras.

O terceiro grupo de Hay, o de alimentos neutros, combina bem com qualquer dos outros dois. Pertencem a esse terceiro grupo frutas secas (exceto amendoins), manteiga, natas, gemas de ovos, azeite, óleo de soja, óleos e semente de girassol e de gergelim, ervas aromáticas e todos vegetais verdes e de raiz, exceto batatas e alcachofras.

Hay não baniu o álcool. Para refeições de proteínas, recomendava vinho de mesa seco, tinto ou branco, ou sidra seca. Para refeições de hidrato de carbono, aconselhava a cerveja. O uísque e o gim podem ser bebidos com qualquer tipo de refeição. Tudo deve ser tomado com moderação.

Arius felis

Saturday, May 24th, 2008

Arius felis ou Galeichthys felis (Linnaeus, 1766) ou Ariopsis felis (Linnaeus, 1766) é um peixe subtropical da família dos peixes-gato. Caracterizam-se por seis barbilhos que ajudam o peixe a encontrar caranguejos, peixes e camarões nos locais lamacentos onde habita. A barbatana dorsal e as barbatanas peitorais são suportadas por um espinho pontegudo. O espinho dorsal, na sua posição erecta (quando o peixe está excitado), pode ser perigoso e perfurar quem o pisar, mesmo com sapatos. Alimentam-se de pequenos crustáceos nas fases iniciais da sua vida, seguindo-se uma maior diversificação da sua dieta. No estádio adulto, alimenta-se de outros peixes. Esta espécie é de água salgada ou salobra (poderá fazer investida a estuários) e está normalmente associada a recifes. Pode ser encontrada na área oeste do Oceano Atlântico, em zonas com fundos lodosos.

Salada

Saturday, May 24th, 2008

As saladas são preparações culinárias compostas por vários alimentos diferentes, muitas vezes com cores constrastantes e geralmente comidas frias. A palavra salada vem do latim para salgado, referindo o tempero – sal de cozinha – que pode ser o único elemento extra desta combinação, embora normalmente seja mais elaborado.

Tipos de saladas

Existem dois tipos básicos de saladas:

  1. As saladas à base de vegetais crus, normalmente com folhas verdes, por exemplo, de alface, agrião, chicória, ou outras e tomate, rabanetes, pepino, podendo levar ainda nozes ou outras frutas secas e temperadas com um molho não cozinhado à base de azeite (ou outro óleo) e vinagre ou sumo de limão;
  2. As saladas à base de batatas cozidas (por vezes arroz, massas alimentícias ou ) misturadas com outros vegetais crus, por vezes com pequenos pedaços de carne (principalmente fiambre) ou peixe e temperadas com um molho de maionese; pertence a este grupo a tradicional salada de atum. A salada é um prato indispensável nas dietas baseadas no vegetarianismo.

A salada e a cultura

Nas diferentes culturas as saladas são consumidas de formas diferentes, por exemplo:

  • Na França e nos restaurantes dos Estados Unidos da América (mas não em casa, nem quando se consome comida rápida), a salada é servida antes do prato principal, como uma espécie de aperitivo;
  • Em Portugal, a salada de alface (e suas variantes) é servida como um acompanhamento do prato principal, enquanto que o primeiro prato é muitas vezes a sopa;
  • Em Moçambique, muitas pessoas pobres das cidades comem apenas uma salada como a refeição principal do dia; a salada como refeição principal está igualmente a tornar-se comum nos países industrializados, mas como forma de variar a dieta, havendo inclusivamente restaurantes que servem exclusivamente saladas.

Mark Hughes

Wednesday, May 21st, 2008

Mark Hughes (1º de janeiro de 1956 — 21 de maio de 2000) foi empresário dos Estados Unidos da América, fundador da Herbalife.

Na adolescência, Mark vivenciou a dependência química de sua mãe com remédios para emagrecer, até à morte prematura dela, aos 36 anos de idade, devido a série de dietas. Por essa razão, Mark dedicou a sua carreira a ajudar pessoas com problemas de peso, através de uma nutrição saudável. Para esse fim, começou a trabalhar em duas empresas de venda de produtos nutricionais, através de uma rede de distribuidores independentes. Por sua determinação e comprometimento, galgou a posição de Distribuidor Top. As empresas, entretanto, vieram a encerrar as suas atividades, entre outras razões por deixarem de honrar os seus compromissos para com os distribuidores.

Nessa fase, Mark conheceu o Dr. Bruce Halsted, um médico especialista em tratamento de câncer, com quem conversou acerca de seu interesse em redução segura de peso por meio de uma nutrição saudável. O Dr. Halsted convidou Mark para participar de um simpósio acerca de ervas chinesas. Com base nas explicações dos especialistas acerca da milenar utilização de plantas para a melhoria da saúde e do bem-estar geral das pessoas, Mark viajou para a China, buscando aperfeiçoar esses conhecimentos. Ali adquiriu certeza de que uma combinação de conhecimentos da medicina tradicional chinesa com a tecnologia industrial de ponta, poderia resultar em produtos nutricionais inovadores, que trariam benefícios e qualidade de vida para aqueles que desejavam perder peso.

Ao retornar, após um período de pesquisas e desenvolvimento, lançou em Los Angeles, em 1980, o Programa Original para Controle de Peso Herbalife. O programa era baseado em um produto em pó, o qual transportava na mala do seu carro e vendia a todos os interessados, com o lema: “Quer perder peso? Pergunte-me como!“.

O conceito inovador que formulou tornou-se a base de uma empresa de porte internacional, que comercializa uma larga linha de produtos nutricionais, de controle de peso e de cuidados pessoais.

Morreu em maio de 2000 aos 44 anos de idade, de apnéia noturna.

Seis anos após a sua morte, a companhia gera rendimentos anuais na ordem de USD 3.1 bilhões e prevê-se que, no ano de 2009, a companhia alcançará o faturamento anual de USD 5 bilhões, conforme previu Mark.

Ursavus

Tuesday, May 20th, 2008

Ursavus é um gênero de mamífero que existiu há cerca 20 milhões de anos. É o antepassado comum dos ursos atuais. Seus fósseis indicam que era um animal pequeno que vivia em florestas, tinha o corpo coberto por uma densa pelagem para suportar invernos frios e sua dieta era onívora.

A família do Ursavus se dividiu em dois ramos, o Ailuropodinae (que originou o panda) e o Agriotherium (que originou os demais ursos).